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Categoria: Dakar
Paulo Gonçalves, vítima esta quinta-feira de queda aparatosa na 11ª etapa do Rali Dakar, não esconde a desilusão com o abandono forçado da prova.
«Terminei da pior forma este Dakar 2016. Ao que parece tive uma queda forte, a verdade é que não me recordo do que se passou. Disseram-me que consegui seguir com a mota até uma zona de público e ambulâncias. É um Dakar que termina da pior maneira, é lamentável para mim, para a equipa, merecíamos muito mais, mas a competição é assim. Algo não estava a ir bem nos últimos dias. Termino da pior maneira mas é preciso seguir em frente e pensar que em breve voltaremos a competir», salientou o piloto esposendense na sua página do facebook.
"Speedy" Gonçalves foi transportado de helicóptero para um hospital local, tendo sido observado por uma equipa médica que lhe viria a diagnosticar um traumatismo craniano moderado. «Já tive alta médica e já estou de volta ao Bivouac junto com a equipa HRC - Honda Racing Corporation. Ainda me sinto um pouco tonto, mas nada que uns bons dias de repouso não resolvam. Vamos voltar em 2017, mais fortes que nunca e prontos para vencer. O sonho não acaba aqui.
Resta-me agradecer-vos por todo o apoio ao longo destes dias, por todas as mensagens, por toda a força. Jamais esquecerei!», disse.
«Terminei da pior forma este Dakar 2016. Ao que parece tive uma queda forte, a verdade é que não me recordo do que se passou. Disseram-me que consegui seguir com a mota até uma zona de público e ambulâncias. É um Dakar que termina da pior maneira, é lamentável para mim, para a equipa, merecíamos muito mais, mas a competição é assim. Algo não estava a ir bem nos últimos dias. Termino da pior maneira mas é preciso seguir em frente e pensar que em breve voltaremos a competir», salientou o piloto esposendense na sua página do facebook.
"Speedy" Gonçalves foi transportado de helicóptero para um hospital local, tendo sido observado por uma equipa médica que lhe viria a diagnosticar um traumatismo craniano moderado. «Já tive alta médica e já estou de volta ao Bivouac junto com a equipa HRC - Honda Racing Corporation. Ainda me sinto um pouco tonto, mas nada que uns bons dias de repouso não resolvam. Vamos voltar em 2017, mais fortes que nunca e prontos para vencer. O sonho não acaba aqui.
Resta-me agradecer-vos por todo o apoio ao longo destes dias, por todas as mensagens, por toda a força. Jamais esquecerei!», disse.
Acabou a aventura de Paulo Gonçalves no Dakar 2016. O piloto esposendense da Honda está oficialmente fora de prova, depois de uma queda na 11ª etapa da prova, realizada esta quinta-feira, entre La Rioja e San Juan.
Segundo a sua assessoria de imprensa, Paulo Gonçalves "foi encontrado inconsciente pouco depois do Way-Point 2 e acabou por ser evacuado para o hospital mais próximo para ser submetido a observação médica, de modo a despistar eventuais lesões, estando consciente", conforme pode ler-se no comunicado publicado no facebook.
Suspeita de traumatismo craniano
Paulo Gonçalves está consciente mas com suspeita de traumatismo craniano, na sequência da queda sofrida.
A assessoria de imprensa do piloto português disse à agência Lusa que Paulo Gonçalves se queixa de muitas dores de cabeça, suspeitando-se que tenha sofrido um traumatismo craniano sem gravidade.
Paulo Gonçalves não sofreu qualquer fratura e, apesar da perda de conhecimento, aguarda os resultados dos exames para ter alta médica.
Fim inglório numa participação de constantes altos e baixos
O piloto de Esposende até começou bem a 11ª etapa. Foi sexto no primeiro waypoint e quinto no segundo, a 2m06s do mais rápido na altura, Antoine Meo, até à queda e consequente abandono.
O abandono acontece horas depois da estranha penalização atribuída pela organização de 39m, ainda sem qualquer explicação oficial, que atirou o piloto de Esposende para o oitavo lugar da geral.
Recorde-se que o piloto oficial da Honda foi líder do Dakar 2016 durante quatro etapas, tendo vencido uma delas e terminado no pódio praticamente em todas as restantes.
Paulo Gonçalves, um dos principais favoritos à vitória da edição de 2016 do Rali Dakar, abandona em definitivo a maior prova de Todo-o-Terreno do mundo depois de uma intensa luta pela vitória final que acabou alterada por contratempos mecânicos e penalizações que em muito afetaram nos últimos dias o piloto de Esposende.
O sonho do piloto português fica assim adiado por mais um ano.
Nesta edição do Dakar, o português foi protagonista de um episódio de grande fair-play, no passado sábado, durante a sétima etapa, quando liderava a corrida e permaneceu cerca de 10 minutos junto ao austríaco Matthias Walkner, que tinha sofrido uma queda e partido uma perna.
Em atualização...
O Dakar deste ano está a ser marcado pela constante confusão na definição das tabelas classificativas publicadas no final de cada etapa.
Desta vez, a organização resolveu, sem haver explicações para tal, penalizar Paulo Gonçalves em 39 minutos e 56 segundos.
Esta decisão fez com que o piloto da Honda caísse para oitavo lugar da geral, depois de ter terminado a etapa desta quarta-feira com o quarto melhor tempo, que o manteve no pódio da classificação da geral, em terceiro.
O piloto esposendense vê complicarem-se bastante as aspirações ao pódio final.
Ainda não se sabe em concreto o motivo da penalização, mas segundo a assessoria de Paulo Gonçalves terá a ver ainda com reclamações sobre o tempo atribuído ao português na etapa anterior, na qual esteve quase a abandonar com problemas na moto.
A Honda ainda vai recorrer desta penalização atribuída pela ASO a Gonçalves.
Se esta se confirmar, o piloto de Esposende sofre assim mais uma contrariedade, que o deixa já algo longe da luta pelo pódio final deste Dakar, a 1 hora, 14 minutos e 45 segundos do líder Toby Price (KTM) e a praticamente meia hora do terceiro classificado, o chileno Pablo Quintanilla (Husqvarna).
Gonçalves já sofrera uma queda na 8.ª etapa e na 9.ª viu um galho furar-lhe o radiador, o que só não o deixou fora de prova porque entretanto a organização encurtou a etapa até ao primeiro ponto de controlo, ao qual o português tinha conseguido chegar.
Paulo Gonçalves trabalhou toda a noite na recuperação da sua Honda para esta 10.ª etapa e conseguiu fazer o quarto melhor tempo da especial ganha pelo eslovaco Svitko (KTM). Mas a penalização de quase 40 minutos surgiu como um duro castigo para todo o esforço, ao final do dia.
O melhor português na geral de motos do Dakar é agora Hélder Rodrigues (Yamaha), que é sexto, a 56 minutos e 17 segundos do líder e a menos de 14 minutos do terceiro lugar, pelo que pode ainda aspirar a chegar ao pódio.
Em atualização...
Esteve com pé e meio fora do Dakar 2016 mas o destino deu-lhe tempo para reparar o radiador, arrancar para a décima etapa e ainda assim garantir o quarto tempo na tirada disputada esta quarta-feira, entre Belén e La Rioja, na Argentina.
Ultrapassados todos os problemas da véspera, Paulo Gonçalves regressou à ação com a sua Honda, sem que tenha sido necessário trocar o motor. Partiu 1h30 depois de Toby Price e a seguir aos cinco primeiros camiões, mas nunca baixou os braços. Terminou a 6m01s do vencedor, o eslovaco Stefan Svitko (KTM).
No final, Gonçalves comentou as incidências do dia. “Depois dos problemas que tive ontem, hoje foi um dia bastante difícil, uma etapa cem por cento de pistas arenosas e dunas. Em termos de navegação não foi complicado porque tinha as marcas dos outros carros e das motos, mas foi extremamente difícil porque tinha na frente camiões e os rodados dos camiões faziam com que a areia ficasse muito macia e foi muito difícil andar. Rodei a um ritmo lento, perdi algum tempo, mas estou satisfeito por poder continuar em prova”.
A 10ª etapa, de resto, foi encurtada (terminou em CP5, km 244,7 dos 278 previstos) devido ao aumento do caudal de um rio a seguir ao CP5.
O segundo mais rápido foi o argentino Kevin Benavides (Honda), que bateu Toby Price (KTM), terceiro mais rápido, por 2m53s. Paulo Gonçalves ainda chegou a estar à frente de Price, mas acabou por perder tempo nos últimos quilómetros. Terminou a 14s do australiano, líder da geral.
Contas feitas, Paulo Gonçalves mantém o terceiro lugar na geral, depois das atualizações feitas pela organização, a 34m15s de Price, que por sua vez tem 23m12s de vantagem sobre Svitko. A diferença entre segundo e terceiro é de 12m03s.
Antoine Meo (KTM) foi quinto, enquanto Pablo Quintanilla (Husqvarna) ficou com o sexto tempo, na frente de Hélder Rodrigues, o sétimo mais rápido. O piloto da Yamaha voltou a ser bastante consistente e concluiu a etapa a 12m01s do vencedor.
Já Mário Patrão (KTM), depois de ontem dar mais uma prova do verdadeiro espírito do Rali Dakar ao ajudar o compatriota Paulo Gonçalves na reparação da moto, foi 19º, a quase 48 minutos, e subiu 7 posições na geral. Ocupa agora o 15.º posto, praticamente a três horas e meia do líder.
Pedro Bianchi Prata (Honda) sofreu várias contrariedades ao longo da especial, terminando o dia com quase cinco horas de atraso para o mais rápido. É 61º da geral, a quase 14 horas do primeiro.
Classificação da 10ª etapa:
1. Stefan Svitko (KTM), 3h47m23s
2. Kevin Benavides (Honda), +2m54s
3. Toby Price (KTM), +5m47s
4. Paulo Gonçalves (Honda), +6m01s
5. Antoine Meo (KTM), +7m43s
6. Pablo Quintanilla (Husqvarna), +9m55s
7. Hélder Rodrigues (Yamaha), +12m01s
8. Ricky Brabec (Honda), +13m47s
9. Adrien Van Beveren (Yamaha), +18m01s
10. Gerard Farres Guell (KTM), +26m46s
(…)
19. Mário Patrão (KTM), +47m53s
(…)
35. Pedro Bianchi Prata (Honda), +1h57m19s
(…)
81. Pedro Bianchi Prata, +4h51m42s
(…)
Classificação geral após a 10ª etapa:
1. Toby Price (KTM), 34h49m04s
2. Stefan Svitko (KTM), +23m12s
3. Paulo Gonçalves (Honda), +34m15s
4. Pablo Quintanilla (Husqvarna), +42m49s
5. Antoine Meo (KTM), +44m04s
6. Kevin Benavides (Honda), +45m10s
7. Hélder Rodrigues (Yamaha), +56m17s
8. Ricky Brabec (Honda), +1h12m08s
9. Gerard Farres Guell (KTM), +1h15m09s
10. Adrien Van Beveren (Yamaha), +1h21m55s
(…)
15. Mário Patrão (KTM), +3h28m04s
(…)
61. Pedro Bianchi Prata, +13h52m08s
(...)
Grande volte-face na continuidade de Paulo Gonçalves no Dakar 2016: a direção da prova decidiu neutralizar a nona etapa a partir do segundo posto de controlo (CP2), por motivos de segurança.
O elevado número de concorrentes em dificuldades, em particular nas motos, com dificuldades em transpor as dunas devido ao calor, obrigou a organização a dar por terminada a etapa antes do previsto, beneficiando Paulo Gonçalves.
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Paulo Gonçalves (Nº2) a ser rebocado pelo seu colega de equipa. |
Recorde-se que o diretor da equipa Honda, Martino Bianchi, tinha anunciado a desistência do português, revelando que “um arbusto entrou no radiador da sua mota e partiu-o”, situação que posteriormente fez com que o motor partisse.
Antes, a organização da prova referia que o piloto natural de Esposende se encontrava parado no segundo posto de controlo da nona etapa, devido a problemas no radiador.
Como se trata de uma tirada maratona, dividida em duas etapas, qualquer reparação nas motos terá de ser feita sem sem assistência mecânica, pelo que Paulo Gonçalves tem pela frente a dura tarefa de trocar o motor da sua moto com a ajuda dos seus companheiros de equipa.
Esta intervenção custar-lhe-à mais tarde a penalização de 15 minutos que, no entanto, não o afasta desta que é uma edição de contrastes do Dakar.
“Foi um dia de contrastes. Não consigo sequer descrever. Estamos em prova e o importante agora é fazer os possíveis para poder chegar ao final da melhor forma possível. O Dakar ainda não acabou”, afirmou Paulo Gonçalves.
A Paulo Gonçalves restará segurar um lugar no pódio final
A segunda semana do Dakar 2016 tem-se revelado turbulenta para o esposendense, que ao grande azar do dia de hoje junta a queda aparatosa sofrida na etapa anterior que o fez perder a liderança da prova no final da mesma.
Com o corte na 9ª etapa, Paulo Gonçalves registou o 13º melhor tempo do dia, a quase 32 minutos do australiano Toby Price (KTM), que foi o primeiro a passar pelo CP2, sendo declarado vencedor da 9ª etapa, ao bater o norte-americado Ricky Brabec (Honda) por 12m29s e o francês Antoine Meo (KTM) por 13m24s.
Toby Price está cada vez mais consolidado na liderança da prova, dispondo de uma vantagem de praticamente 29 minutos sobre o segundo da geral, o eslovaco Stefan Sivtko (KTM).
Paulo Gonçalves caiu para a 3ª posição, a 34 minutos do líder e a 6 minutos do segundo colocado.
A manutenção de um lugar no pódio (2º ou 3º lugar) será agora o novo objetivo de "Speedy" Gonçalves, com uma diferença de 4m40s sobre o quarto classificado, o chileno Pablo Quintanilla (Husqvarna).
Quanto aos restantes portugueses em prova, Hélder Rodrigues (Yamaha), completou a etapa com o 8º melhor registo, a 19m12s do vencedor, encontrando-se no 7º lugar da geral, a 50 minutos do primeiro.
Mário Patrão (KTM) foi 17º na etapa, com mais de uma hora de diferença para o mais rápido, e é 20º da geral, com mais de duas horas e 45 minutos de atraso.
Pedro Bianchi Prata foi 35º, a quase duas horas de diferença. Na geral, surge na 58ª posição, com mais de nove horas de diferença sobre o líder.
Amanhã, o Dakar 2016 segue com uma das mais difíceis etapas da presente edição, nas dunas de Fiambalá, num total de 561 quilómetros, 278 cronometrados.
Classificação da 9ª etapa:
1. Toby Price (KTM), 2h24m19s
2. Ricky Brabec (Honda), +12m29s
3. Antoine Meo (KTM), +13m24s
4. Stefan Svitko (KTM), +14m45s
5. Adrien Van Beveren (Yamaha), +15m54s
6. Gerard Farres Guell (KTM), +16m38s
7. Pablo Quintanilla (Husqvarna), +17m15s
8. Hélder Rodrigues (Yamaha), +19m12s
9. Armand Monleon (KTM), +21m35s
10. Kevin Benavides (Honda), +22m08s
(…)
13. Paulo Gonçalves (Honda), + 31m56s
(…)
17. Mário Patrão (KTM), +1h04m23s
(…)
35. Pedro Bianchi Prata (Honda), +1h57m19s
(…)
Classificação geral após a 9ª etapa:
1. Toby Price (KTM), 30h55m54s
2. Stefan Svitko (KTM), +28m59s
3. Paulo Gonçalves (Honda), + 34m01s
4. Pablo Quintanilla (Husqvarna), +38m41s
5. Antoine Meo (KTM), +42m08s
6. Kevin Benavides (Honda), +48m03s
7. Hélder Rodrigues (Yamaha), +50m03s
8. Gerard Farres Guell (KTM), +54m10s
9. Ricky Brabec (Honda), +1h04m08s
10. Adrien Van Beveren (Yamaha), +1h09m41s
(…)
20. Mário Patrão (KTM), +2h45m58s
(…)
58. Pedro Bianchi Prata (Honda), +9h14m23s
(…)
"Paulo Gonçalves está fora do Dakar 2016", escreveu o diretor de equipa da HRC, Martino Bianchi, no facebook. "Um arbusto perfurou o radiador da moto e partiu-o", explicou.
O piloto esposendense ainda fez alguns quilómetros, depois de ter estado muito tempo parado para tentar solucionar o problema da sua moto, mas o posterior abandono foi inevitável. “O radiador acabou por perder toda a água e o motor acabou por partir”, disse ainda Martino Bianchi.
Confirmou-se assim o pior cenário para o piloto de Esposende, que liderou a edição 2016 da maior prova mundial de todo-o-terreno durante quatro dias e venceu uma etapa. O sonho voltou a ficar perto.
A participação de Paulo Gonçalves fica, ainda, marcada pelo momento de fair-play no decurso da 7ª etapa, disputada no sábado, ao permanecer durante cerca de 10 minutos junto do austríaco Matthias Walkner (KTM), que tinha sofrido uma queda e partido uma perna.
Na segunda-feira, Paulo Gonçalves sofreu uma queda aparatosa e, no final da oitava etapa, perdeu a liderança para o australiano Toby Price (KTM), ficando no segundo posto, a 2m05s.
Este foi o quarto abandono de Paulo Gonçalves em 10 participações no Dakar.
Veja o desenvolvimento da situação. Clique aqui.

Segundo o site oficial do Dakar, o português está parado com problemas de radiador na sua Honda CRF 450 Rally. Gonçalves já vinha a perder 3m01s para o líder da prova e da tirada, Toby Price, à passagem pelo CP1.
A tirada, primeira parte da segunda etapa maratona do Dakar 2016, começa e termina em Belén, na Argentina. Ao todo, a especial conta com 285 km cronometrados.
Entretanto, confirmou-se o pior cenário, com Paulo Gonçalves a abandonar o Dakar 2016.
Veja o desenvolvimento da situação. Clique aqui.
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