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Categoria: Motociclismo


Paulo Gonçalves foi o sexto mais rápido e o melhor das Honda na 2ª etapa, a primeira efetiva depois de cancelada a etapa inaugural de domingo.

O piloto de Esposende ficou a 2m38s do mais rápido, na frente do colega de equipa, o espanhol Joan Barreda Bort, o primeiro a arrancar para a especial.

O dia de hoje nas motos ficou marcado pelo duelo protagonizado pelo português Ruben Faria (Husqvarna) e o australiano Toby Price (KTM), ao alternarem o comando da corrida ao longo do percurso, com o australiano a bater o luso apenas nos últimos dos 354 quilómetros (o percurso foi reduzido dos 450 quilómetros previstos inicialmente) que ligaram Villa Carlos Paz a Termas del Río, na Argentina. A diferença final foi de apenas 20 segundos.

O eslovaco Stefan Svitko, em KTM, foi o terceiro mais rápido, a 1m28s de Price, na frente do francês Alain Duclos (Sherco) e do austríaco Matthias Walkner (KTM).

Hélder Rodrigues (Yamaha), terceiro a arrancar para a especial, terá cometido um erro de navegação e terminou a 7m33 do vencedor da etapa.

Em relação aos restantes portugueses, Mário Patrão (KTM) foi 32º, enquanto Pedro Bianchi Prata (Honda) foi 57º, a mais de meia hora do vencedor.

Na classificação geral, Ruben Faria é segundo classificado, enquanto Paulo Gonçalves surge no 7º lugar, a do líder Price.

O piloto esposendense comentou o arranque do verdadeiro Dakar, enaltecendo a necessidade de se ser consistente ao longo de toda a prova. "O Dakar parece ter verdadeiramente começado. Infelizmente o contratempo no prólogo não me permitiu sair nos lugares da frente mas mesmo assim consegui hoje fazer uma etapa tranquila, sem contratempos, que me permitiu recuperar para os lugares da frente. A corrida ainda está no início, há muito Dakar pela frente e o importante é ser consistente e não cometer erros. Amanhã parto num bom lugar, por isso vamos tentar chegar ao final da etapa o mais à frente possível", referiu.

Amanhã, terça-feira, a terceira etapa vai ligar Termas de Rio Hondo e San Salvador Jujuy, na Argentina, e contará com 314 km cronometrados.


Classificação provisória da 2ª etapa:

1. Toby Price (KTM), 3h46m24s
2. Ruben Faria (Husqvarna), +20s
3. Stefan Svitko (KTM), +1m28s
4. Alain Duclos (Sherco), +1m51s
5. Matthias Walkner (KTM), +2m00s
6. Paulo Gonçalves (Honda), +2m38s
7. Joan Barreda (Honda), +3m22s
8. Kevin Benavides (Honda), +3m36s
9. Juan Pedrero Garcia (Sherco), +4m25s
10. Pablo Quintanilla (Husqvarna), +4m32s
(…)
16. Hélder Rodrigues (Yamaha), +7m33s
(…)
32. Mário Patrão (KTM), +16m23s
(…)
57. Pedro Bianchi Prata (Honda), +32m48s


Classificação geral após a 2ª etapa:

1. Toby Price (KTM), 03h53m09s
2. Ruben Faria (Husqvarna), +1m02s
3. Alain Duclos (Sherco), +1m53s
4. Matthias Walkner (KTM), +1m59s
5. Stefan Svitko (KTM), +2m21s
6. Joan Barreda (Honda), +3m04s
7. Paulo Gonçalves (Honda), +3m20s
8. Kevin Benavides (Honda), +3m26s
9. Pablo Quintanilla (Husqvarna), +4m24s
10. Juan Pedrero Garcia (Sherco), +4m30s
(…)
13. Hélder Rodrigues (Yamaha), +7m18s
(…)
32. Mário Patrão (KTM), +17m41s
(…)
55. Pedro Bianchi Prata (Honda), +33m38s

A primeira etapa do Dakar 2016, entre Rosário e Villa Carlos Paz, foi cancelada em virtude das más condições meteorológicas que assola aquela zona da Argentina.

Alegando razões de segurança, a organização do Dakar cancelou a primeira etapa da prova. A partida já tinha sido adiada, mas o diretor da prova confirmou mesmo a suspensão devido à intensa chuva no percurso de 662 quilómetros entre Rosário e Villa Carlos Paz, na Argentina.

Uma das razões mais fortes para esta decisão foi a impossibilidade dos helicópteros necessários para garantir a segurança dos participantes não puderem levantar voo devido às más condições climatéricas na zona cronometrada e no final da etapa.

Os pilotos serão deslocados numa ligação até Villa Carlos Paz - motos e quads em coluna, carros por sua conta e os camiões nos trilhos reservados a veículos de assistência.


2ª etapa encurtada:

Marc Coma, diretor desportivo do Dakar, admite que a segunda etapa do Dakar 2016, prevista para esta segunda-feira, terá de ser encurtada devido às más condições climatéricas.

O fenómeno El Niño obrigou à anulação da primeira etapa, inicialmente marcada para este domingo, e deverá causar problemas à organização. Para esta segunda-feira é novamente esperada chuva e Marc Coma admite que poderá haver alterações. “Vamos ter de modificar qualquer parte do percurso”, reconheceu Coma.

Temos dois carros que estão a monitorar as áreas, parece que as coisas estão melhores. Mas provavelmente vamos ter que cortar a especial. Vamos tentar cortar o mínimo possível”, explicou.

O campeão do Dakar 2015 nas motos espera resolver da melhor forma as adversidades encontradas nestes primeiros dias de competição, enquanto espera a chegada do calor e de melhores condições para a competição.

Sabíamos que o contexto deste ano seria difícil, que o fenómeno do El Niño iria afetar. Hoje era impossível competir. Tínhamos todo o dispositivo pronto, mas com o tempo foi impossível assegurar as condições de segurança necessárias”, defendeu.

Sobre o acidente da chinesa Guo Meiling no prólogo e sua capacidade de pilotagem, diretor desportivo afirmou que: “Bem, a verdade é que a piloto tem licença da FIA, faz parte de uma equipa vencedora do Dakar, tem experiência em ralis na China…


O Dakar 2016 iniciou-se no sábado, com um prólogo de 11 quilómetros em Buenos Aires, onde o português Ruben Faria (Husqvarna) foi o mais rápido nas motas, a par de Joan Barreda (Honda). Quanto ao esposendense Paulo Gonçalves, quedou-se pelo 50º melhor tempo, a um minutos dos dois pilotos mais rápidos.

A competição de automóveis foi interrompida devido a um acidente com a piloto chinesa Guo Meiling (Mini), que provocou 10 feridos, dos quais dois em estado grave.

Paulo Gonçalves obteve um tempo modesto no prólogo deste sábado que serviu para assinalar o arranque do Rali Dakar 2016 e para definir a ordem de partida para a 1ª etapa de hoje.

O piloto de Esposende sentiu alguns problemas na sua moto que o obrigou a abrandar o ritmo e o fez perder um minuto para o melhor tempo do dia (6,27 minutos), conquistado pelo português Ruben Faria (Husqvarna), em ex-quo com o espanhol Joan Barreda, colega de equipa de Speedy Gonçalves, seguidos de um outro português, Hélder Rodrigues (Yamaha), gastando apenas mais três segundos a completar os 11 quilómetros, percorridos na província de Buenos Aires, Argentina.

Paulo Gonçalves referiu-se aos primeiros acontecimentos da prova mais dura do todo-o-terreno mundial:

"Tivemos hoje o aperitivo do Dakar 2016, um pequeno prólogo que definiu a ordem de partida. Não entrei com o pé direito, senti alguns problemas e optei por abrandar o ritmo. O verdadeiro Dakar começa amanhã e é aí que temos de estar sempre bem e sem problemas. Sei que este será um Dakar extremamente difícil, temos um enormíssimo número de pilotos com o objetivo de vencer, mas tanto eu como a equipa Honda HRC nos preparámos bem e vamos para a luta, é o que eu posso prometer nesta edição do ‪‎Dakar 2016‬", disse o piloto oficial da Honda.

Este domingo realiza-se a primeira etapa, entre Rosário e Vila Carlos Paz, com uma especial de 227 quilómetros cronometrados num total de 632 quilómetros.

Recorde-se que a competição dos automóveis foi interrompida após um despiste do chinês Guo Meiling, que fez dez feridos, cinco deles em estado grave.

A 38.ª edição do Rali Dakar, oitava consecutiva na América do Sul, arranca este sábado, 2 de janeiro de 2016, com o motard esposendense Paulo Gonçalves a tentar tornar-se no primeiro português a vencer a emblemática prova de todo-o-terreno.

O vice-campeão da prova em 2015, vice-campeão do mundo em 2014 e campeão mundial em 2013, lembra que será muito difícil, mas que, ainda assim, a vitória é o objetivo da equipa, até porque o vencedor das anteriores edições, Mar Coma, decidiu retirar-se da competição para passar a desempenhar a função de diretor na maior prova de todo-o-terreno do mundo.
"Nesta edição o objetivo é a vitória. Sei que será muito difícil, pois nunca é fácil ganhar um Dakar. É algo que eu desejo muito, a equipa está coesa e trabalhamos imenso. Espero que seja o nosso ano. É a única vitória que me falta depois de muitos anos a competir", disse o piloto oficial da Honda, na antevisão da próxima edição do Dakar.

Sobre sentir-se favorito a vencer a prova, o 'motard' de Esposende assumiu com naturalidade a luta pelo primeiro lugar, mas alertou para as dificuldades que poderão surgir. "Sou segundo classificado e o número um não estará presente. Terei que, humildemente, assumir essa candidatura à vitória. Estarão outros pilotos que irão lutar pelo primeiro lugar, incluindo os portugueses. A entrega terá que ser total e espero fazer uma corrida ao meu ritmo, sem azares e contratempos", destacou.


O arranque da prova

A edição 2016 da prova 'rainha' de todo-o-terreno decorrerá na América do Sul, Argentina e Bolívia, entre os dias 3 e 16 de janeiro, sendo que este sábado disputa-se o prólogo.

A 8ª edição da prova em solo sul-americano parte de Buenos Aires, a 2 de janeiro, percorrendo um total de 9300 quilómetros - metade dos quais cronometrados - até à chegada a Rosário, no dia 16, mas sem passagem por alguns locais emblemáticos, no Chile e no Peru.

O Dakar de 2016 visitará pela terceira vez a Bolívia, onde a caravana terá de passar pelo salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo, a mais de 3500 metros de altitude, na mais extensa etapa da competição, com perto de 550 quilómetros.

Uma das atrações do Dakar de 2016 será a presença do piloto francês Sébastien Loeb, detentor de nove títulos mundiais de ralis, que se estreia na prova rainha de todo o terreno ao volante de um buggy Peugeot, que regressou em 2015, após 25 anos de ausência.

Depois do prólogo em Buenos Aires, a primeira etapa vai ligar Rosário e Villa Carlos Paz, num total de 662 quilómetros para os carros, 258 em especial, e 632 quilómetros para as motos, 227 cronometrados.

No total, estão 354 pilotos inscritos, 143 em motos, 110 em carros, 55 em camiões e 46 em quads.

O 1º Salão de Motos de Competição de Esposende, iniciativa que partiu do empenho do conhecido ex-piloto Alexandre Laranjeira, com o apoio da Câmara Municipal de Esposende, vai ter lugar nos próximos dias 29, 30 e 31 de janeiro, conforme foi revelado numa apresentação levada a cabo na sede da Federação de Motociclismo de Portugal.

O evento realiza-se na Zona Industrial de Esposende, junto ao Continente, e terá um preço de dois euros por entrada.

Com cerca de meia centena de motos de competição confirmadas, Alexandre Laranjeira revelou que estão asseguradas as presenças das motos de diversas disciplinas e também de muitos pilotos, entre eles Miguel Oliveira e Paulo Gonçalves, este um piloto da terra que estará no evento logo após o final da Dakar 2016.

Segundo Alex Laranjeira, “a adesão está a ser muito positiva e vamos ter motos de várias épocas em exposição numa mostra que será certamente muito especial. Estamos ainda a procurar garantir mais algumas máquinas únicas entre todas as disciplinas, desde a Velocidade ao Trial”.

Os visitantes poderão igualmente estar junto dos vários pilotos que já confirmaram sessões de autógrafos no evento, já que, além de Miguel Oliveira e Paulo Gonçalves, também Tiago Magalhães, Ivo Lopes ou Rui Reigoto têm o seu lugar marcado junto das suas motos, naquela que será uma primeira edição de um certame que pretende ter continuidade em anos seguintes, expondo as suas motos lado a lado com outras máquinas que irão fazer recordar muitas histórias do motociclismo de competição.

Paulo Gonçalves fechou hoje, quinta-feira, em grande a edição de 2015 do Rali da Sardenha ao vencer a última das cinco etapas que compuseram esta quarta prova do Campeonato do Mundo de Ralis Todo-o-Terreno.

Feitas as contas, o “Speedy” alcançou o quarto lugar ta tabela geral na prova italiana, ocupando agora a quinta posição na tabela classificativa referente à competição mundial.

Neste último dia de prova na Sardenha Paulo Gonçalves voltou a mostrar-se dos mais rápidos a percorrer os troços cronometrados de San Teodoro, tendo sido o terceiro classificado no primeiro deles, a 25 segundos do líder, enquanto no segundo e último acabaria por superar toda a concorrência para fechar a prova na frente da classificação. Paulo Gonçalves voltou hoje a sair nos lugares da frente, mas a precisão na navegação colocaram o piloto português inalcançável face aos principais perseguidores que partiriam atrás de si.

Foi uma boa prova, muito importante ao nível da navegação onde penso que estivemos muito bem à exceção daquele erro na segunda etapa que nos custou a perda da liderança nesta prova. Em todo o caso, tudo correu de forma perfeita nos restantes dias, vencemos dois deles e estivemos sempre na luta pelos lugares da frente sem perder tempo para os adversários mais diretos. A nossa mota funcionou de forma perfeita, sem qualquer contratempo, mostrou-se uma verdadeira máquina. A equipa HRC está uma vez mais de parabéns pelo trabalho desenvolvido, estamos no bom caminho para chegar aos objetivos”, comentou Paulo Gonçalves.

Paulo Gonçalves fechou esta quarta ronda do “Mundial” de Ralis Todo-o-Terreno com um tempo total de 16h39min37s, apenas mais 9min10s que o tempo total registado pelo vencedor Mathias Walkner. Recorde-se que ao segundo dia de prova, quando liderava o pelotão, Paulo Gonçalves foi vítima de uma falha de navegação aquando de uma forte chuvada e que levou o piloto português a perder-se durante cerca e 4 quilómetros e 20 minutos.

A próxima ronda do Campeonato do Mundo acontece de 30 de agosto a 5 de setembro, no Chile, sob o imponente deserto do Atacama.

Paulo Gonçalves subiu ao quinto lugar da tabela geral do Rali da Sardenha, quarta ronda do calendário de 2015 do Mundial de Ralis de Todo-o-Terreno, mantendo-se entre os mais rápidos na transição das “especiais” cronometradas de exigente nível de navegação.

Depois da vitória na etapa anterior, Paulo Gonçalves foi o primeiro piloto a partir esta quarta-feira para a pista e somente no primeiro troço cronometrado acabaria por ser alcançado pelos pilotos que partiram no seu encalce. Já no segundo setor cronometrado o piloto português voltou a sair na frente e foi o primeiro a chegar a San Teodoro, gastando apenas mais 27 segundos que o vencedor.

Terminámos mais um dia difícil no Rali da Sardenha. Depois da vitória de ontem tive que abrir a pista no dia de hoje. Tive inicialmente alguns problemas nas zonas de radar e tive de abrandar mais do que o normal, com isso acabei por ser apanhado pelos pilotos que partiram atrás de mim. Comecei o segundo troço cronometrado novamente na frente, com um bom ritmo e cheguei ao fim sem ser apanhado pelos meus perseguidores imediatos. No final, acabei por perder muito pouco tempo para os meus adversários mais diretos. Conseguir sair na frente aqui na Sardenha, abrir a pista sem perder tempo para os restantes pilotos é muito bom! Estou muito satisfeito com o trabalho que a equipa HRC tem vindo a fazer e com o desempenho da minha mota. Estamos prontos para continuar a atacar na etapa final de amanhã”, referiu Paulo Gonçalves.

Paulo Gonçalves ocupa agora o quinto posto da tabela geral a apenas 11min52s do líder Mathias Walkner e a próximos 5min da subida ao pódio.

A última etapa, desenhada em redor de San Teodoro, cumpre-se em percursos cronometrados na ordem dos 200 quilómetros de extensão.

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