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Categoria: Dakar


A primeira etapa do Dakar 2016, entre Rosário e Villa Carlos Paz, foi cancelada em virtude das más condições meteorológicas que assola aquela zona da Argentina.

Alegando razões de segurança, a organização do Dakar cancelou a primeira etapa da prova. A partida já tinha sido adiada, mas o diretor da prova confirmou mesmo a suspensão devido à intensa chuva no percurso de 662 quilómetros entre Rosário e Villa Carlos Paz, na Argentina.

Uma das razões mais fortes para esta decisão foi a impossibilidade dos helicópteros necessários para garantir a segurança dos participantes não puderem levantar voo devido às más condições climatéricas na zona cronometrada e no final da etapa.

Os pilotos serão deslocados numa ligação até Villa Carlos Paz - motos e quads em coluna, carros por sua conta e os camiões nos trilhos reservados a veículos de assistência.


2ª etapa encurtada:

Marc Coma, diretor desportivo do Dakar, admite que a segunda etapa do Dakar 2016, prevista para esta segunda-feira, terá de ser encurtada devido às más condições climatéricas.

O fenómeno El Niño obrigou à anulação da primeira etapa, inicialmente marcada para este domingo, e deverá causar problemas à organização. Para esta segunda-feira é novamente esperada chuva e Marc Coma admite que poderá haver alterações. “Vamos ter de modificar qualquer parte do percurso”, reconheceu Coma.

Temos dois carros que estão a monitorar as áreas, parece que as coisas estão melhores. Mas provavelmente vamos ter que cortar a especial. Vamos tentar cortar o mínimo possível”, explicou.

O campeão do Dakar 2015 nas motos espera resolver da melhor forma as adversidades encontradas nestes primeiros dias de competição, enquanto espera a chegada do calor e de melhores condições para a competição.

Sabíamos que o contexto deste ano seria difícil, que o fenómeno do El Niño iria afetar. Hoje era impossível competir. Tínhamos todo o dispositivo pronto, mas com o tempo foi impossível assegurar as condições de segurança necessárias”, defendeu.

Sobre o acidente da chinesa Guo Meiling no prólogo e sua capacidade de pilotagem, diretor desportivo afirmou que: “Bem, a verdade é que a piloto tem licença da FIA, faz parte de uma equipa vencedora do Dakar, tem experiência em ralis na China…


O Dakar 2016 iniciou-se no sábado, com um prólogo de 11 quilómetros em Buenos Aires, onde o português Ruben Faria (Husqvarna) foi o mais rápido nas motas, a par de Joan Barreda (Honda). Quanto ao esposendense Paulo Gonçalves, quedou-se pelo 50º melhor tempo, a um minutos dos dois pilotos mais rápidos.

A competição de automóveis foi interrompida devido a um acidente com a piloto chinesa Guo Meiling (Mini), que provocou 10 feridos, dos quais dois em estado grave.

Paulo Gonçalves obteve um tempo modesto no prólogo deste sábado que serviu para assinalar o arranque do Rali Dakar 2016 e para definir a ordem de partida para a 1ª etapa de hoje.

O piloto de Esposende sentiu alguns problemas na sua moto que o obrigou a abrandar o ritmo e o fez perder um minuto para o melhor tempo do dia (6,27 minutos), conquistado pelo português Ruben Faria (Husqvarna), em ex-quo com o espanhol Joan Barreda, colega de equipa de Speedy Gonçalves, seguidos de um outro português, Hélder Rodrigues (Yamaha), gastando apenas mais três segundos a completar os 11 quilómetros, percorridos na província de Buenos Aires, Argentina.

Paulo Gonçalves referiu-se aos primeiros acontecimentos da prova mais dura do todo-o-terreno mundial:

"Tivemos hoje o aperitivo do Dakar 2016, um pequeno prólogo que definiu a ordem de partida. Não entrei com o pé direito, senti alguns problemas e optei por abrandar o ritmo. O verdadeiro Dakar começa amanhã e é aí que temos de estar sempre bem e sem problemas. Sei que este será um Dakar extremamente difícil, temos um enormíssimo número de pilotos com o objetivo de vencer, mas tanto eu como a equipa Honda HRC nos preparámos bem e vamos para a luta, é o que eu posso prometer nesta edição do ‪‎Dakar 2016‬", disse o piloto oficial da Honda.

Este domingo realiza-se a primeira etapa, entre Rosário e Vila Carlos Paz, com uma especial de 227 quilómetros cronometrados num total de 632 quilómetros.

Recorde-se que a competição dos automóveis foi interrompida após um despiste do chinês Guo Meiling, que fez dez feridos, cinco deles em estado grave.

A 38.ª edição do Rali Dakar, oitava consecutiva na América do Sul, arranca este sábado, 2 de janeiro de 2016, com o motard esposendense Paulo Gonçalves a tentar tornar-se no primeiro português a vencer a emblemática prova de todo-o-terreno.

O vice-campeão da prova em 2015, vice-campeão do mundo em 2014 e campeão mundial em 2013, lembra que será muito difícil, mas que, ainda assim, a vitória é o objetivo da equipa, até porque o vencedor das anteriores edições, Mar Coma, decidiu retirar-se da competição para passar a desempenhar a função de diretor na maior prova de todo-o-terreno do mundo.
"Nesta edição o objetivo é a vitória. Sei que será muito difícil, pois nunca é fácil ganhar um Dakar. É algo que eu desejo muito, a equipa está coesa e trabalhamos imenso. Espero que seja o nosso ano. É a única vitória que me falta depois de muitos anos a competir", disse o piloto oficial da Honda, na antevisão da próxima edição do Dakar.

Sobre sentir-se favorito a vencer a prova, o 'motard' de Esposende assumiu com naturalidade a luta pelo primeiro lugar, mas alertou para as dificuldades que poderão surgir. "Sou segundo classificado e o número um não estará presente. Terei que, humildemente, assumir essa candidatura à vitória. Estarão outros pilotos que irão lutar pelo primeiro lugar, incluindo os portugueses. A entrega terá que ser total e espero fazer uma corrida ao meu ritmo, sem azares e contratempos", destacou.


O arranque da prova

A edição 2016 da prova 'rainha' de todo-o-terreno decorrerá na América do Sul, Argentina e Bolívia, entre os dias 3 e 16 de janeiro, sendo que este sábado disputa-se o prólogo.

A 8ª edição da prova em solo sul-americano parte de Buenos Aires, a 2 de janeiro, percorrendo um total de 9300 quilómetros - metade dos quais cronometrados - até à chegada a Rosário, no dia 16, mas sem passagem por alguns locais emblemáticos, no Chile e no Peru.

O Dakar de 2016 visitará pela terceira vez a Bolívia, onde a caravana terá de passar pelo salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo, a mais de 3500 metros de altitude, na mais extensa etapa da competição, com perto de 550 quilómetros.

Uma das atrações do Dakar de 2016 será a presença do piloto francês Sébastien Loeb, detentor de nove títulos mundiais de ralis, que se estreia na prova rainha de todo o terreno ao volante de um buggy Peugeot, que regressou em 2015, após 25 anos de ausência.

Depois do prólogo em Buenos Aires, a primeira etapa vai ligar Rosário e Villa Carlos Paz, num total de 662 quilómetros para os carros, 258 em especial, e 632 quilómetros para as motos, 227 cronometrados.

No total, estão 354 pilotos inscritos, 143 em motos, 110 em carros, 55 em camiões e 46 em quads.

O piloto esposendense Paulo Gonçalves, Vice-Campeão do Rali Dakar 2015, foi alvo de uma homenagem organizada pela Câmara Municipal de Esposende, no passado sábado, dia 24 de janeiro, a que aderiram dezenas de pessoas, entre família, amigos e admiradores.


Paulo Gonçalves a liderar pelotão no passeio pelo concelho.
A iniciativa traduziu-se num passeio de moto pelo concelho com a participação do piloto, bem como do Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, que partiu da Zona Ribeirinha de Esposende, percorrendo todas as freguesias.

À passagem do cortejo, Paulo Gonçalves foi sendo saudado pelos populares, manifestando desta forma apreço e reconhecimento pela sua prestação na mítica prova. Tal como na partida, à chegada a Esposende Paulo Gonçalves foi efusivamente recebido pelas pessoas que o aguardavam para o felicitar e obter um autógrafo.

Benjamim Pereira, Presidente da C.M. de Esposende.
Numa curta intervenção, o Presidente da Câmara Municipal afirmou a justiça da homenagem ao piloto, sobretudo pelos feitos em termos desportivos, levando o nome de Esposende pelo mundo inteiro, mas também pelo caráter e personalidade de Paulo Gonçalves.
Lembrando que Esposende já teve oportunidade de o homenagear noutras ocasiões, Benjamim Pereira destacou a sua entrega e dedicação ao trabalho, assinalando que “é um exemplo para todos os jovens do concelho e um orgulho para todos nós”.
Referindo-se à determinação do piloto, o Presidente da C.M. de Esposende mostrou-se convicto de que Paulo Gonçalves vai conseguir alcançar a tão desejada vitória no Rali Dakar.
Louvou-lhe a simplicidade e humildade face aos atletas do concelho que, nas várias modalidades, têm vindo a destacar-se e terminou agradecendo a todos quantos se associaram a esta homenagem.

Lembrança entregue a Paulo Gonçalves por Benjamim Pereira.
No final, Benjamim Pereira fez a entrega de uma lembrança ao homenageado, uma pintura do piloto.

Estou orgulhoso daquilo que fiz e de vos ter aqui”, afirmou, na humildade que o carateriza, Paulo Gonçalves, agradecendo a presença dos muitos apoiantes e a participação dos muitos motards que o acompanharam no passeio, naquele que considerou “um dia de festa”.
É muito gratificante saber que as pessoas da terra estão atentas àquilo que vamos fazendo por esse mundo fora e ainda mais satisfatório é saber que estão orgulhosas de ter um ‘filho da terra’ a fazer algo interessante além-fronteiras”, disse Paulo Gonçalves mostrando-se muito satisfeito pela homenagem de que foi alvo.
Reafirmando o seu orgulho por Esposende e por Portugal, que faz sempre questão de afirmar nas competições no estrangeiro, expressou o desejo de que “possamos fazer mais festas destas no futuro no concelho, é para isso que eu e a minha equipa trabalhamos diariamente”, manifestando o seu desejo de em 2016 melhorar o segundo lugar na edição deste ano da mítica prova do Rali Dakar, dizendo que “a única maneira possível de poder melhorar este resultado é alcançar a vitória. Este ano estive perto, mas ainda não foi desta. Espero para o ano estar cá a comemorar a minha vitória no Dakar”, perspetivou cheio de ambição.

Paulo Gonçalves na sessão de autógrafos.
No final da cerimónia de homenagem houve ainda espaço para uma sessão de autógrafos, na qual Paulo Gonçalves se mostrou disponível para todos aqueles que quiseram levar uma lembrança com a sua assinatura.

Depois de uma merecida pausa, Paulo Gonçalves vai iniciar, em breve, a preparação para o Campeonato do Mundo de Ralis 2015 e para a edição de 2016 do Rali Dakar.

Dois dias após ter terminado o Rali Dakar'2015 no segundo lugar, Paulo Gonçalves foi recebido, esta segunda-feira, por familiares e amigo, em clima de festa no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

Assim que o piloto de Esposende passou a porta de desembarques, proveniente da Argentina, surgiram muitas palmas, felicitações e cânticos, inclusivamente ouvindi-se «Benfica, Benfica, Benfica», numa alusão à recente ligação estabelecida entre Paulo Gonçalves e o SL Benfica, poucos dias antes do primeiro partir para o recém terminado Dakar.

Para Paulo Gonçalves, tratou-se de «mais um prémio pelo esforço e pelo TRABALHO».
«O segundo lugar no Dakar é uma vitória para mim. Estive muito perto de vencer, se não tivesse sido a penalização, mas isso também faz parte da corrida. Perseguia a presença no pódio há alguns anos, felizmente consegui agora. Estou muito satisfeito e agora vou lutar por melhorar, de forma a ser o primeiro português a vencer o Dakar», expressou.

Lamenta as penalizações de que foi alvo "fiquei a 16,53 minutos do Marc Coma e tive penalizações de 17 minutos", mas entende que o espanhol foi um vencedor justo, lembrando que o rival é um dos grandes motards da história. "É um grande piloto. Tem todo o mérito no triunfo. É um grande adversário e um piloto muito honesto em pista. Ganhou cinco vezes o Dakar e seis títulos mundiais, o que diz tudo. Perdi contra um grande, mas estou muito feliz com este segundo lugar", vincou.

Em tom de brincadeira, Paulo Gonçalves considera que foi alvo de "vingança" por parte do espanhol, "pela derrota no Mundial de 2013". "Ele recuperou o título mundial em 2014 e agora ganhou-me o Dakar em 2015. No ano que vem era bom que fosse de reviravolta e dar-lhe o troco", gracejou.

Apesar dos meros sete segundos entre a diferença final para Coma e os 17 minutos de penalização - 15 por troca de motor e dois por excesso de velocidade - Paulo Gonçalves entende que o seu adversário geriu a diferença e dificilmente perderia a vantagem. "Ficou o sabor de que tinha sido possível, mas é o meu primeiro pódio, algo que já perseguia há muitos anos, mas tinha-me faltado a estrelinha. Certamente que o Marc conservou a vantagem de 20 minutos após a minha troca de motor. No lugar dele, teria feito uma corrida muito mais ponderada e certamente que ele usou essa estratégia", reconheceu.

O piloto oficial da Honda manifestou a vontade de ser o primeiro português a ganhar o Dakar em todo o terreno, assumindo que o espanhol Marc Coma foi o justo vencedor este ano.
"Não temos muita quantidade, mas temos grande qualidade de pilotos. Temos dois terceiros e dois segundos lugares no Dakar. Só falta o que todos querem, a vitória. Pelo menos um dos três irá trazê-la para Portugal. Quero ser o primeiro a fazê-lo", disse, referindo-se ainda a Rúben Faria (KTM) e Hélder Rodrigues (Honda).

Paulo Gonçalves explicou a sua convicção no futuro êxito luso: "Temos repetido os feitos uns dos outros. E agora vamos ver quem é o primeiro a ganhar. Espero ser eu e depois outro a repetir o feito", recordando depois as exigências do Dakar "muitos consideram-no a prova mais dura e completa do mundo", com factores como as temperaturas negativas à partida e o calor extremo na chegada, as diferenças de altitude e as sucessivas alterações de piso, combinações que provocam desafios distintos. "Agora, a única forma de melhorar este segundo lugar é ganhar. Que seja já no próximo ano", concluiu o piloto da Honda.

Veja o vídeo da chegada de Paulo Gonçalves:


Paulo Gonçalves chega a Portugal esta tarde de segunda-feira, 19 de Janeiro, quando pelas 16h30 aterrar no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

O piloto natural de Gemeses regressa assim ao seu país, depois de no passado sábado ter conquistado o 2º lugar no Rali Dakar'2015.
Para as 17h30, ainda no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, está agendada uma conferência de imprensa do piloto oficial da Honda.

Esta foi a melhor participação de sempre de "Speedy" Gonçalves nas edições do maior rali mundial de todo-o-terreno, igualando também o melhor resultado de um português no Dakar, o segundo lugar de Ruben Faria em 2013.

Através do facebook, a assessoria do piloto de Esposende, revelou a intenção de dar uma receção à altura ao vice-campeão do Dakar.
Com o título “Vamos receber Paulo “Speedy” Gonçalves”, a iniciativa destina-se a apelar todos os portugueses a receberem-no de uma forma efusiva.

Desde já, o EsposenDEsportivo dá os PARABÉNS a Paulo Gonçalves que, através dos repetidos feitos, tem levado bem longe o nome de Esposende e Portugal.

Depois do tíludo de Campeão do Mundo em 2013 e do segundo lugar no mundial de 2014, Paulo Gonçalves alcançou mais um feito de grande relevo nas provas de todo-o-terreno em motos, com a conquista do segundo lugar no Dakar'2015, que terminou no passado sábado em Buenos Aires, Argentina.

O piloto oficial da Honda e natural de Gemeses conseguiu assim igualar a melhor participação de sempre de um português em edições do Dakar, depois do segundo lugar de Ruben Faria alcançado em 2013.

Devido a alguns infortúnios, ora por quedas que provocaram graves lesões, ora por problemas mecânicos, motivos que o obrigaram a desistir, o seu anterior melhor registo na maior prova mundial de todo-o-terreno havia sido o 10º lugar.

Nesta edição de 2015, Paulo Gonçalves manteve-se sempre nos primeiros lugares e, se não fosse a penalização de 15 minutos (devido a uma troca de motor), o piloto da Honda prometia lutar pela vitória até à derradeira etapa do Rali Dakar.

O próprio Paulo Gonçalves fez o balanço da sua participação:
"Devo estar contente com o meu segundo lugar, foi um lugar muito disputado.
Comecei o rali precisamente aqui com a segunda posição e mantive-me segundo, terceiro, todo o rali. Houve uma altura da corrida que fiquei na luta com o Marc Coma, mas depois com o problema no motor e os quinze minutos de penalização acabei por praticamente ficar fora dessa luta.
A equipa HRC fez um trabalho fantástico, o Joan Barreda neste momento poderia estar aqui certamente a comemorar um grande resultado, mas infelizmente a Bolívia este ano foi um bocado desgastante para a nossa equipa, pois perdemos lá praticamente dois pilotos, o Hélder Rodrigues e o Barreda, em termos de classificação. Na segunda etapa maratona perdemos o Jeremias Israel que cedeu o seu motor e fez com que eu estivesse aqui hoje a celebrar o segundo lugar no rali, por isso tenho de estar contente por mim, pelo trabalho da equipa HRC, acho que tenho os melhores colegas de equipa do mundo.
Obrigado Joan Barreda, obrigado Hélder Rodrigues, obrigado Jeremias Israel, se não fossem eles possivelmente eu não estaria aqui hoje a celebrar. Tivemos aquele problema na etapa maratona e eles foram decisivos para que eu pudesse continuar em prova", sintetizou.

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