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Categoria: Dakar


Terminou o Dakar'2015!
Paulo Gonçalves sagrou-se vice-campeão em motos.

A última etapa do Dakar'2015 não trouxe alterações na classificação geral nas duas rodas.
Marc Coma e Paulo Gonçalves terminaram sem dificuldades a tirada entre Rosario e Buenos Aires, de 174 km, entretanto reduzida a 101 km devido às fortes chuvas.

A especial foi ganha pelo eslovaco Ivan Jakes (KTM), que bateu o compatriota Stefan Svitko (KTM) por 46 segundos. Toby Price (KTM) foi o terceiro.
Paulo Gonçalves (Honda) terminou com o 4º melhor tempo, a 1m16s do vencedor, logo seguido por Marc Coma (KTM), que foi quinto a 3m13s do mais rápido do dia, perdendo quase dois minutos para Gonçalves, o que não causou danos na classificação geral, já que dispunha de uma confortável vantagem em relação ao português.

O espanhol garantiu assim a sua quinta vitória no Dakar, depois dos triunfos em 2006, 2009, 2011 e 2014, e o esposendense o segundo lugar, repetindo o melhor resultado conseguido por um português na maior prova mundial de todo-o-terreno do mundo, alcançado por Ruben Faria em 2013. Toby Price terminou no terceiro lugar.

"O pódio é nosso! 2.º lugar no Dakar2015", escreveu Paulo Gonçalves no facebook poucos segundos depois de terminar a última etapa e de igualar o feito de Ruben Faria no Dakar'2013.

O sonho de uma vitória lusa, em particular do esposendense, ficou assim a 16m53s, pesando em grande medida a penalização de 15 minutos sofrida por Paulo Gonçalves após a 10ª etapa, devido a uma troca de motores, numa operação que envolveu os restantes companheiros da sua equipa, a Honda.

A participação de "Speedy" Gonçalves no Dakar'2015 salda-se em: uma vitória (7ª etapa); quatro 2ºs lugares (1ª, 2ª, 9ª e 11ª etapas); dois 3ºs lugares (6ª e 12ª etapas); um 4º lugar (13ª etapa); três 5º lugares (3ª, 5ª e 10 etapas); um 12º lugar (4ª etapa) e um 15º lugar (8ª etapa).

Em relação aos restantes portugueses, Ruben Faria (KTM) foi 16º na etapa e assegurou o 6º lugar da geral, a mais de uma hora do 5º classificado.
Já Hélder Rodrigues (Honda) perdeu o 11º lugar depois de ter sido apenas 55º na última especial. Ficou a mais de 35 minutos do vencedor, desconhecendo-se as razões para este atraso.


Classificação da 13ª e última etapa:
1. Ivan Jakes (KTM), 52m06s
2. Stefan Svitko (KTM), +45s
3. Toby Price (KTM), +1m11s
4. Paulo Gonçalves (Honda), +1m16s
5. Marc Coma (KTM), +3m13s
6. Hans Vogels (KTM), +3m38s
7. Frans Verhoeven (Yamaha), +4m37s
8. Pablo Quintanilla (KTM), +4m52s
9. Xavier De Soultrait (Yamaha), +5m54s
10. Laia Sanz (Honda), +7m55s
(…)
16. Ruben Faria (KTM), +9m22s
(…)
55. Hélder Rodrigues (Honda), +35m32s
(…)

Classificação final do Dakar'2015:
1. Marc Coma (KTM), 46h03m49s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +16m53s
3. Toby Price (KTM), +23m14s
4. Pablo Quintanilla (KTM), +38m38s
5. Stefan Svitko (KTM), +44m17s
6. Ruben Faria (KTM), +1h57m50s
7. David Casteu (KTM), +2h00m14s
8. Ivan Jakes (KTM), +2h18m18s
9. Laia Sanz (Honda), +2h24m21s
10. Olivier Pain (Yamaha), +3h09m09s
11. Hans Vogels (KTM), +3h31m50s
12. Hélder Rodrigues (Honda), +4m00m15s
(...)

Paulo Gonçalves conseguiu recuperar tempo a Marc Coma no final da 12ª etapa do Dakar, recuperando mais de três minutos para o piloto espanhol, perdendo sensivelmente o mesmo tempo para o terceiro da geral, Toby Price, vencedor da especial desta sexta-feira.

A penúltima etapa, com cerca de 700 quilómetros de ligações e mais 298 a contra-relógio, levou a caravana de Termas Rio Hondo a Rosário, na Argentina.
Paulo Gonçalves, ao comando da sua Honda, saiu no segundo lugar e cruzou a meta com o terceiro melhor tempo do dia, a 3m02s de Price (KTM), o mais rápido, e a 1m07s do seu colega de equipa Joan Barreda, segundo do dia. A 6m25s do vencedor ficou Coma, com Ivan Jakes e Stefan Svitko pelo meio, todos da KTM.

Sobre a etapa, o "Speedy" Gonçalves disse:
O Joan Barreda esteve na frente da corrida até ao Salar de Uyuni, mas perdeu o comando devido a um problema causado pela água no motor”.

Paulo Gonçalves está no segundo lugar da classificação geral, a 17min49s do líder Marc Coma.
Ainda assim, as margens, tanto de Coma para Gonçalves, como deste para Price, dão a todos uma certa tranquilidade para abordar a 13ª e derradeira etapa da edição 2015 do Dakar.

O piloto esposendense partirá para o último dia com o principal foco em assegurar o segundo lugar da tabela geral classificativa, mas sempre com a esperança em tomar o primeiro lugar da classificação na mítica prova do todo-o-terreno mundial.

As palavras de Paulo Gonçalves vão precisamente nesse sentido:
O Dakar não está terminado, falta mais um dia de corrida. Estou na segunda posição, mas nada está garantido. Tudo pode acontecer ainda, positiva ou negativamente. Mas estou muito feliz por mim, por toda a equipa HRC e por todo o trabalho que tem vindo a ser feito. Se terminarmos o Dakar no pódio já será bom”, afirmou Paulo Gonçalves, para depois completar "Estou a poucas horas, poucos quilómetros, algum esforço e algum sacrifício de conquistar o sonho de terminar no pódio do Rali Dakar. Foi muito duro o meu caminho até aqui, não duvidem, mas felizmente que depois destes anos a prova me está a sorrir. Falta um dia, tudo pode acontecer, mas o que até aqui aconteceu já me enche o peito de orgulho, satisfação e vontade de vos dizer OBRIGADO!"

Hélder Rodrigues (Honda) chegou com o 7º melhor tempo, a 8m40s do primeiro, encontrando-se em 11º lugar da geral, com poucas possibilidades de melhorar a posição.
Ruben Faria (KTM) perdeu mais de 16 minutos na etapa, mas ainda assim, o seu 6º lugar na geral não foi grandemente ameaçado, já que o 7º classificado está a 4m30s de distância.


O último dia será mais curto, mas ainda assim promete emoções fortes até à chegada a Buenos Aires. O programa aponta 219 quilómetros de ligação e 174 de “especial” cronometrada pelas pistas rápidas da Argentina.


Resultados da 12ª etapa:
1. Toby Price (KTM)
2. Joan Barreda (Honda), +1m55s
3. Paulo Gonçalves (Honda), +3m02s
4. Ivan Jakes (KTM), +3m08s
5. Stefan Svitko (KTM), +5m01
6. Marc Coma (KTM)+ 6m25s.
7. Hélder Rodrigues (Honda), +8m40s
8. Pablo Quintanilla (KTM), +10m07s
9. Jens Verhoeven (Yamaha), +10m51s
10. Laia Sanz (Honda), +12m42s
(…)
20. Ruben Faria (KTM), +16m21s

Classificação geral:
1. Marc Coma (KTM)
2. Paulo Gonçalves (Honda), +17m49s
3. Toby Price (KTM), +25m18s.
4. Pablo Quintanilla (KTM), +36m57s
5. Stefan Svitko (KTM), +46m43s
6. Ruben Faria (KTM), +1h50m39s
7. David Casteu (KTM), +1h55m09s
8. Laia Sanz (Honda), +2h19m37s
9. Ivan Jakes (KTM), +2h21m29s
10. Olivier Pain (Yamaha), +3h04m21s
11. Hélder Rodrigues (Honda), +3h27m54s

Como se esperava Paulo Gonçalves entrou ao ataque nos 357 km da 11ª tirada entre Cachi e Termas de Rio Hondo, na Argentina, tendo terminado com o segundo melhor tempo.
O piloto esposendense da Honda liderou até aos últimos quilómetros, mas Marc Coma (KTM) reagiu sempre. As diferenças raramente superaram os 2m30s.

No final, a diferença entre os dois ficou-se nos 2m23s, com Paulo Gonçalves a perder a vitória nos últimos quilómetros para o colega de equipa Joan Barreda Bort, por 17 segundos. Ivan Jakes (KTM) foi terceiro, a 1m35s.

Sobre a especial do dia Paulo Gonçalves disse:
Hoje foi uma boa etapa, limpa, não podia arriscar demasiado pois era o segundo dia da etapa maratona e ainda para mais estamos a dois dias do final do Dakar e com um lugar no pódio”.

Com a recuperação conseguida no dia de hoje, a distância de Paulo Gonçalves para o líder deveria cifrar-se nos 5m12s. Acontece que Paulo Gonçalves viu, no final da etapa de hoje, ser-lhe acrescido o tempo de 15 minutos de penalização, punição imposta devido à primeira troca de motor nas motos.
Esta situação fez aumentar para 20min12s a diferença que o separa da liderança do espanhol Marc Coma, mantendo ainda assim a segunda posição na classificação geral.

Em causa esteve a troca de motor efetuada por Paulo Gonçalves no dia anterior, tudo porque nos últimos quilómetros de ligação da 10ª etapa, o esposendense sentiu alguns contratempos na sua Honda CRF 450 Rally e no bivouac de Cachi acabaria por efetuar a troca de motor com Joan Barreda, com este por sua vez a trocar com Jeremias Israel, por forma a assegurarem a melhor continuidade da etapa maratona até Termas de Rio Hondo.

Sobre isso, Paulo Gonçalves explicou como tudo aconteceu:
Preferimos fazer esta troca a deitar tudo por terra. Tive um problema com o meu motor, não tínhamos assistência mecânica, era uma etapa maratona, não podíamos correr riscos. Só tenho a agradecer o esforço do Barreda, do Israel e do Hélder, cuja experiência foi fundamental. Trabalhámos de forma incrível, mudámos três motores, estou muito orgulhoso dos meus companheiros. Olhando para as classificações, Jeremias Israel disponibilizou-se para nos entregar o seu motor e no final eu, Hélder Rodrigues, Jeremias Israel e Joan Barreda fizemos um trabalho incrível, mudámos motores de umas motos para outras.
Com esta penalidade, dou gratuitamente 15 minutos aos meus adversários, mas são as regras da corrida e valem para todos”.

O piloto esposendense destacou também o sacrifício de Jeremias Israel, que teve de dar por finalizada a sua participação nesta edição do Dakar por ter ficado sem motor, já que era o piloto da Honda pior classificado, dedicando o segundo lugar ao chileno, já que sem o "seu sacrifício" não seria possível continuar.

Com tudo isto e com apenas duas etapas por disputar, vencer o Dakar'2015 passou a ser uma missão quase impossível para Paulo Gonçalves, que se preocupará acima de tudo em manter-se na posição atual, na qual dispõe de uma vantagem de mais de 10 minutos sobre o 3º classificado, o australiano Toby Price (KTM) e repetir o melhor lugar luso de sempre no Dakar, antes obtido por Ruben Faria (em 2013).

Voltando à 11ª etapa e falando dos restantes portugueses, Ruben Faria (KTM) foi o quarto mais rápido, a 1m43s do vencedor, na frente de Toby Price e Marc Coma, que foi sexto mais rápido, a 2m40s de Barreda Bort.
Faria subiu um lugar na geral. É agora sexto classificado (ultrapassou David Casteau), mas já a mais de 50 minutos do quinto classificado, Stefan Svitko (KTM).
Hélder Rodrigues (Honda), que teve o papel de abrir a estrada depois da vitória na etapa de ontem, terminou em oitavo, a 5m25s do vencedor. Mantém o 12º lugar, mas agora a 51s do 11º.

Amanhã cumprem-se mais cerca de mil quilómetros, dos quais 298 são cronometrados.


Classificação da 11ª etapa:
1. Joan Barreda Bort (Honda), 4h56m33s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +17s
3. Ivan Jakes (KTM), +1m35s
4. Ruben Faria (KTM), +1m43s
5. Toby Price (KTM), +2m17s
6. Marc Coma (KTM), +2m40s
7. Pablo Quintanilla (KTM), +4m13s
8. Hélder Rodrigues (Honda), +5m25s
9. Alain Duclos (Sherco), +5m26s
10. Stefan Svitko (KTM), +5m28s

CLASSIFICAÇÃO GERAL (motos):
1. Marc Coma (KTM), 41h43m03s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +21m12s (penalização por troca de motor)
3. Toby Price (KTM), +31m43s
4. Pablo Quintanilla (KTM), +33m15s
5. Stefan Svitko (KTM), +48m07s
6. Ruben Faria (KTM), +1h40m43s
7. David Casteau (KTM), +1h46m51s
8. Laia Sanz (Honda), +2h13m20s
9. Ivan Jakes (KTM), +2h24m46s
10. Olivier Pain (Yamaha), +2h55m17s
11. Hans Vogels (KTM), +3h24m48s
12. Hélder Rodrigues (Honda), +3h25m39s
(...)

Paulo Gonçalves perdeu terreno na luta pela vitória no Dakar2015, depois do quinto lugar na décima etapa, esta quarta-feira, entre Calama e Cachi. Marc Coma foi segundo e ganhou 2m6s ao esposendense.

Paulo Gonçalves ainda chegou a assustar, já que nunca chegou a aparecer no sistema de controlo de tempos do site oficial do Dakar. A Honda, sua equipa, não demorou a esclarecer que se tratava de problemas com o Iritrack (sistema de localização por GPS).

Ao contrário de D. Sebastião, o piloto de Esposende apareceu na meta da tirada de 371 km, mas perdeu 2m06s para Marc Coma (KTM), que foi segundo, a 1m39s do vencedor, Joan Barreda Bort (Honda).

No final da etapa, Paulo Gonçalves comentou a situação do não aparecimento do seu nome nos controlos de tempo intermédios:
"Sei que foi um dia intenso para vocês hoje, mas tudo se resumiu a um problema de conexão e de sinal. Não me fui embora, antes pelo contrário, estamos em segundo, na luta, e até ao fim está tudo em aberto!", disse.

Sobre o desenrolar da especial, "Speedy" Gonçalves comentou:
Foi uma etapa sem contratempos, saí atrás do Hélder Rodrigues e mantive uma toada assertiva até ao final. O Marc [Coma] saiu atrás de mim, apanhou-me e desde então seguimos juntos. Sei que vamos ter um pouco deste jogo até ao final, mas está tudo em aberto. O importante é concentrar na prova, faltam mais três dias e o Dakar só termina em Buenos Aires. Estamos a trabalhar em equipa, a equipa HRC está a fazer um excelente trabalho, estamos todos de parabéns por termos todos chegado até aqui. Não percam os próximos episódios”.

A diferença entre os dois na classificação geral é agora de 7m35s, quando faltam disputar três etapas. O duelo Gonçalves vs Coma segue dentro de momentos, amanhã.

O melhor português na tirada acabou por ser Ruben Faria (KTM), terceiro, a 1m57s do vencedor. Continua em sétimo, posição para onde caiu depois de uma penalização de 40m, a 26 segundos do sexto classificado.

Já Hélder Rodrigues (Honda) terminou a etapa com o sétimo tempo, a 6m26s. Subiu ao 12º lugar da geral, a 3h22 de Coma. Está a meia hora do décimo lugar.

A etapa ficou marcada pela primeira baixa entre a comitiva lusa. Mário Patrão (Suzuki) foi obrigado a abandonar devido a problemas mecânicos. Foi o primeiro abandono do piloto de Seia em três participações.

Na quinta-feira corre-se a 11.ª etapa, entre Salta e Termas de Rio Hondo, na Argentina, um percurso desconhecido para a grande maioria, com as motos a terem de percorrer 351 quilómetros cronometrados, numa etapa maratona em que os pilotos são os seus próprios mecânicos.

Classificação da 10º etapa:
1. Joan Barreda Bort (Honda), 4h07m11s
2. Marc Coma (KTM), +1m39s
3. Ruben Faria (KTM), +1m57s
4. Toby Price (KTM), +2m14s
5. Paulo Gonçalves (Honda), +3m46s
6. Stefan Svitko (KTM), +6m22s
7. Hélder Rodrigues (Honda), +6m26s
8. Pablo Quintanilla (KTM), +6m29s
9. Ivan Jakes (KTM), +8m59s
10. Hans Vogels (KTM), +10m19s
(...)

CLASSIFICAÇÃO GERAL (motos):
1. Marc Coma (KTM), 38h13m50s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +7m35s
3. Pablo Quintanilla (KTM), +31m42s
4. Toby Price (KTM), +32m06s
5. Stefan Svitko (KTM), +45m19s
6. David Casteau (KTM), +1h41m14s
7. Ruben Faria (KTM), +1h41m40s
8. Laia Sanz (Honda), +2h05m00s
9. Ivan Jakes (KTM), +2h25m51s
10. Olivier Pain (Yamaha), +2h50m11s
11. Hans Vogels (KTM), +3h21m36s
12. Hélder Rodrigues (Honda), +3h22m54s
(...)

Paulo Gonçalves foi o segundo mais rápido da 9ª etapa do Rali Dakar 2015, tendo encurtado a diferença que o separa do espanhol Marc Coma, líder da classificação geral.

A diferença entre os dois primeiros é agora de 5m28s, quando faltam quatro dias de competição e o Dakar entra na sua fase decisiva.

O duelo mantém-se entre Paulo Gonçalves e Marc Coma, depois de dois anos seguidos de luta aguerrida pelo título de Campeão do Mundo: em 2013 foi para Paulo Gonçalves e em 2014 para Marc Coma.
Ambos os “titãs” do todo-o-terreno mundial mantêm-se na luta agora pela vitória na 37.ª edição do Rali Dakar, a maior e mais dura prova da especialidade no mundo.

A etapa teve de resto dobradinha lusa, com Hélder Rodrigues a vencer a especial realizada entre Iquique e Calama, no Chile.
É a terceira vitória lusa em etapas nesta edição do Dakar, a segunda de Hélder Rodrigues, que assim se "vingou" do infortúnio na etapa anterior. Foi o mais rápido nos 450 km da especial, batendo o piloto de Esposende e colega de equipa na Honda por 3m51s.

Paulo Gonçalves salientou a etapa proveitosa para si e para a equipa da Honda:
Hoje foi um bom dia para a equipa HRC, o Hélder [Rodrigues] ganhou a etapa, está de parabéns, eu consegui fazer uma boa especial, encurtei a distância para a frente da corrida e consegui distanciar-me dos meus perseguidores. No início estava muito pó, mas sabia que era um dia importante para ganhar algum tempo, estava a fazê-lo muito bem mas ao quilómetro 320 perdi imenso tempo a encontrar um waypoint muito difícil de encontrar, andei cerca de 11 quilómetros para o encontrar, mas depois tinha mais 210 para tentar recuperar voltar a encostar-me na frente da corrida, ataquei bastante e acabei por conseguir chegar relativamente perto. Estou satisfeito por mim, pela equipa HRC, pelo Hélder… Depois do mau dia que a equipa teve ontem hoje foi bom termos recuperado e termos ganho a etapa”, referiu.

Marc Coma foi terceiro, a 7m34s de Rodrigues, com quatro motos da Honda nos cinco primeiros (Coma foi a exceção). Joan Barreda Bort foi o quarto mais rápido, seguido pelo compatriota Javier Pizzolito.

Com o papel de ajudar Marc Coma, Ruben Faria terminou com o 12º tempo, a 34m22s de Rodrigues. O piloto algarvio mantém o sexto lugar na geral, a uma hora do piloto espanhol, enquanto Rodrigues, subiu ao 13º lugar, a mais de três horas do líder.

Mário Patrão (Suzuki) teve uma boa etapa. Foi 31º e subiu três lugares na geral. Ocupa agora o 37º lugar, a mais de 11 horas do líder.

A décima etapa do Dakar 2015 marca o início de mais uma etapa maratona, sem assistência mecânica. A caravana parte de Calama rumo a Salta, com mais 371 quilómetros cronometrados e outro tanto de ligações.

Classificação da 9ª etapa:
1. Hélder Rodrigues (Honda), 5h06m14s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +3m51s
3. Marc Coma (KTM), +7m34s
4. Joan Barreda Bort (Honda), +19m47s
5. Javier Pizzolito (Honda), +20m07s
6. Stefan Svitko (KTM), +21m40s
7. Matthias Walkner (KTM), +22m02s
8. Toby Price (KTM), +23m09s
9. Pablo Quintanilla (KTM), +23m15s
10. Olivier Pain (Yamaha), +28m09s
11. David Casteau (KTM), +28m12s
12. Ruben Faria (KTM), +34m22s
(...)
31. Mário Patrão (Suzuki), +1h43m48s

CLASSIFICAÇÃO GERAL (motos):
1. Marc Coma (KTM), 34h05m00s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +5m28s
3. Pablo Quintanilla (KTM), +26m52s
4. Toby Price (KTM), +31m31s
5. Stefan Svitko (KTM), +40m36s
6. Ruben Faria (KTM), +1h01m22s
7. David Casteau (KTM), +1h31m26s
8. Laia Sanz (Honda), +1h54m37s
9. Ivan Jakes (KTM), +2h18m31s
10. Olivier Pain (Yamaha), +2h36m13s
11. Juan Pedrero Garcia (Yamaha), +3h07m01s
12. Hans Vogels (KTM), +3h12m56s
13. Hélder Rodrigues (Honda), +3h18m07s
(...)
37. Mário Patrão (Suzuki), +11h00m02s

Paulo Gonçalves, da Honda, subiu ao segundo lugar da geral no Dakar'2015 nas motos, beneficiando dos problemas do seu colega de equipa Joan Barreda Bort, que perdeu a liderança da prova para Marc Coma.

No dia em que carros e camiões descansaram, os pilotos das motos e dos quads enfrentaram um verdadeiro inferno no deserto do sal, entre Uyuni e Iquique, com temperaturas abaixo dos zero graus. Vários pilotos tiveram de ser resgatados em estado de hipotermia. A etapa teve mesmo de ser parada ao quilómetro 378, devido às más condições climatéricas, quando inicialmente estavam previstos 784 km. Os pilotos "saltaram" diretamente para o km 746, onde cumpriram os restantes 38 km da tirada.

Sobre as incidências da etapa de hoje, Paulo Gonçalves referiu:
"Hoje foi um dia de loucos...
Saímos do Salar de Uyuni com muita chuva, frio, muitas dificuldades, falta de visibilidade, foi uma etapa das mais duras que tive no Dakar.
Choveu torrencialmente a noite toda, o salar estava completamente cheio de água, inundado, era um salar com 135 quilómetros. A maioria dos pilotos não queriam correr, por condições de segurança, não se via a mais de 100 metros, tínhamos uma altura de água no salar com cerca de 10 a 15 centímetros e andávamos a uma velocidade de cerca de 170 km/h. Muitos pilotos tiveram problemas, eu tive problemas, a minha mota parou no salar e durante a ‘especial’ mas felizmente consegui chegar ao final, houve pilotos que não conseguiram chegar e alguns deles foram evacuados para o hospital com hipotermia.
É assim que querem a prova para agrado de uns, desagrado de outros. É uma pena que seja assim, para se fazer a vontade a alguns se ponha a segurança dos pilotos de parte.
Estamos cá, na luta, temos ainda muitos dias pela frente e tudo está em aberto. Amanhã é outro dia, estamos aqui e este Dakar é para terminar", esclareceu Paulo “Speedy” Gonçalves no regresso a Iquique, no Chile.

Antes, Joan Barreda Bort viu as suas aspirações à vitória ”esfumarem-se”. O espanhol da Honda voltou a ter problemas com a sua Honda e teve de ser rebocado por Jeremias Israel Esquerre, também da Honda.

O maior beneficiado com este azar foi Marc Coma (KTM), que era o nono mais rápido até ao momento da interrupção, ascendeu à liderança da geral, agora seguido de Paulo Gonçalves, que foi apenas 15º, a 12m17s do vencedor da tirada.

O português, natural de Gemeses, é agora a grande esperança da Honda numa vitória no Dakar'2015 e está a 9m11s de Coma, quando faltam cinco dias de competição, estando tudo em aberto.

A vitória na etapa foi para Pablo Quintanilla (KTM). O chileno bateu Juan Pedrero Garcia (Yamaha) por apenas 11 segundos e Stefan Svitko (KTM) por 12 segundos.

O melhor português foi Ruben Faria (KTM), em décimo, a 7m44s. O resultado permitiu-lhe saltar de oitavo para o sexto lugar da geral, a oito minutos do quinto classificado.

Hélder Rodrigues teve uma etapa para esquecer. Perdeu mais de três horas com problemas na sua Honda e ainda não chegou ao final da tirada.

Na terça-feira, corre-se a nona especial, já com os carros novamente em ação, depois de um dia de descanso, com os concorrentes a terem uma especial de 451 quilómetros, entre Iquique e Calama, no Chile.


Classificação (provisória) da 8ª etapa:
1. Pablo Quintanilla (KTM), 8h16m19s
2. Juan Pedrero Garcia (Yamaha), +11s
3. Stefan Svitko (KTM), +12s
4. Toby Price (KTM), +41s
5. Laia Sanz (Honda), +2m36s
6. Xavier De Soultrait (Yamaha), +6m36s
7. Alain Duclos (Sherco), +6m42s
8. Hans Vogels (KTM), +7m34s
9. Marc Coma (KTM), +7m37s
10. Ruben Faria (KTM), +7m44s
11. David Casteau (KTM), +8m01s
12. Olivier Pain (Yamaha), +8m15s
13. Javier Pizzolito (Honda), +8m25s
14. Frans Verhoeven (Yamaha), +1mm22s
15. Paulo Gonçalves (Honda), +12m17s
(...)
23. Mário Patrão (Suzuki), +23m52s
(...)
76. Hélder Rodrigues (Honda), +3h05m50s

CLASSIFICAÇÃO GERAL (motos):
1. Marc Coma (KTM), 28h51m12s
2. Paulo Gonçalves (Honda), +9m11s
3. Pablo Quintanilla (KTM), +11m11s
4. Toby Price (KTM), +15m56s
5. Stefan Svitko (KTM), +26m30s
6. Ruben Faria (KTM), +34m34s
7. Alain Duclos (Sherco), +58m08s
8. David Casteau (KTM), +1h10m48s
9. Laia Sanz (Honda), +1h18m51s
(...)
19. Hélder Rodrigues (Honda), +3h25m41s
(...)
40. Mário Patrão (Suzuki), +9h23m48s

Paulo Gonçalves venceu a sétima etapa do Rali Dakar 2015, realizada este domingo entre Iquique e Uyuni, sendo a segunda vitória consecutiva de um português nesta edição, dois dias depois de Hélder Rodrigues ter vencido a sexta etapa do Dakar2015.

O piloto esposendense foi o mais rápido no arranque da segunda metade da prova e está agora a pouco mais de dez minutos da liderança da tabela geral, pertença de Joan Barreda Bord.

Paulo Gonçalves (Honda) completou a “especial” cronometrada de 321 quilómetros em redor do Salar de Uyuni, na Bolívia, com o tempo de 3h56m, menos 14 segundos que Marc Coma (KTM), o segundo piloto mais rápido.

Entrei da melhor forma nesta segunda metade. Consegui chegar à frente da corrida nos primeiros quilómetros e ganhar tempo aos meus adversários mais diretos. Senti-me bem, ataquei e foi muito bom vencer a etapa. Tudo está em aberto, é preciso concentrar nos próximos dias até à chegada a Buenos Aires”, começou por dizer Paulo “Speedy” Gonçalves no final da etapa em que foi o mais rápido.

A sétima etapa do Dakar 2015 constituiu a primeira metade da primeira etapa maratona, na qual os pilotos não terão direito a qualquer assistência mecânica por parte das equipas. Paulo Gonçalves parte para o oitavo dia de prova no terceiro lugar da tabela geral, esperando-se uma oitava etapa defensiva no regresso da caravana a Iquique, no Chile.

Na classificação geral, Paulo Gonçalves está agora a 10m59s do líder Joan Barreda Bort, seu colega de equipa na Honda, enquanto a diferença para o segundo classifivado, Marc Coma, é de 4m33s.
Sobre os objetivos para a segunda parte do Dakar'2015, Gonçalves admite que "tudo está em aberto, é preciso concentrar nos próximos dias até à chegada a Buenos Aires”.

Hélder Rodrigues (Honda) foi oitavo, a 4m05s de Gonçalves, enquanto Ruben Faria (KTM) não foi além do 14º tempo, a 6m41s do vencedor.

Joan Barreda (Honda) sofreu uma violenta queda e danificou o guiador da sua Honda. Perdeu cerca de 6m para Marc Coma. A diferença entre os dois primeiros na geral está agora nos 6m28s.

Hélder Rodrigues mantém o sexto lugar, mas perdeu algum terreno na luta pelo quinto lugar, ao passo que Ruben Faria caiu uma posição. É agora oitavo, a 32s do sétimo, de Stefan Svitko.

Classificação da 7ª etapa:
1. Paulo Gonçalves (Honda), 3h56m0s
2. Marc Coma (KTM), +14s
3. Matthias Walkner (KTM), +30s
4. Pablo Quintanilla (KTM), +1m32s
5. Toby Price (KTM), +1m49s
6. Juan Pedrero Garcia (Yamaha), +3m20s
7. Alain Duclos (Sherco), +3m48s
8. Hélder Rodrigues (Honda), +4m05s
9. Stefan Svitko (KTM), +5m09s
(...)
12. Joan Barreda (Honda), +6m13s
(...)
14. Ruben Faria (KTM), +6m41s

CLASSIFICAÇÃO GERAL (motos):
1. Joan Barreda (Honda), 25h40m48s
2. Marc Coma (KTM), +6m28s
3. Paulo Gonçalves (Honda), +10m59s
4. Pablo Quintanilla (KTM), +25m16s
5. Toby Price (KTM), +29m20s
6. Hélder Rodrigues (Honda), +33m56s
7. Stefan Svitko (KTM), +40m23s
8. Ruben Faria (KTM), +40m55s
(...)

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